Câmaras de bronzeamento artificial podem ser sedutoras, viciantes e um caminho para o câncer, especialmente em adolescentes. Os raios UV prejudicam o DNA celular e aumentam as chances dessas células se tornarem malignas. A radiação de aparelhos de bronzeamento é, muitas vezes, mais intensa que a dos raios naturais do Sol.
VAMOS banir o brozeamento. Scientific American Brasil. São Paulo: Duetto, a. 13, n. 156, mai. 2015, p. 17. Adaptado.
Sobre as propriedades físicas da radiação ultravioleta, UV, utilizada nas câmaras de bronzeamento, é correto afirmar:
Natureza da onda. A radiação UV é uma onda eletromagnética (transversal, propaga-se no vácuo); o ultrassom é uma onda mecânica longitudinal, que só se propaga em meios materiais. Elas não se propagam da mesma forma.
Posição no espectro. Em ordem crescente de comprimento de onda: raios gama, raios X, ultravioleta, luz visível, infravermelho, micro-ondas e ondas de rádio. O UV tem comprimento de onda menor que o da luz visível e maior que o dos raios X.
Bronzeamento. O efeito é fotoquímico, resultado da absorção da radiação pela pele e da ativação da melanina, e não de interferência destrutiva (que seria apenas uma redução da intensidade da onda).
Comprimento de onda. O UV tem o mesmo intervalo de comprimentos de onda, qualquer que seja a fonte (aparelho ou Sol); o aparelho pode produzi-lo com maior intensidade, mas não em comprimento de onda diferente da faixa ultravioleta.
Efeitos. A radiação UV pode provocar queimaduras e danos ao DNA, mas o bronzeamento decorre da ativação da melanina; por isso a afirmação de efeito “exclusivo” e “independente” da melanina não é correta.

