Madalena estava brincando no quintal de sua casa, utilizando um artefato por ela construído. Utilizou uma porca de aço de massa m e um fio de nylon de comprimento L, esse de massa desprezível e inextensível. Amarrou bem o fio de nylon na porca e passou a girá-la em uma trajetória circular de raio R, no plano vertical, com velocidade constante v, como um pêndulo físico. Seu irmão Guido, utilizando o celular, em dado momento, fotografou de frente a proeza dela. Em seu computador, utilizando o software adequado, gerou a circunferência da trajetória da porca ligada ao fio, marcando cinco pontos A, B, C, D, E, conforme figura. Ele passou então a fazer alguns questionamentos, que estão indicados nos itens a seguir.

Analise as afirmativas.
I. Madalena estava girando a porca com velocidade v constante, portanto, trata-se de um movimento circular uniforme, com aceleração igual a zero.
II. No momento em que a porca está passando pelo ponto mais baixo da trajetória D, a força peso é igual a força de tração no fio de nylon.
III. No ponto C da trajetória da porca, a força de tração no fio é igual a componente da força peso na direção do fio.
IV. Nos pontos A e D da trajetória da porca, a força tangencial que nela atua é nula.
V. No ponto E da trajetória da porca, a força centrípeta que nela atua é a própria tração no fio de nylon.
É correto apenas o que se afirma em
Questão anulada oficialmente por falha de editoração, conforme comunicado da Unifor de 23/05/2025.
O movimento circular pode ter módulo da velocidade constante e ainda apresentar aceleração centrípeta:
\[a_c=\frac{v^2}{R}\]
No ponto mais baixo, a tração precisa superar o peso para fornecer a resultante radial:
\[T-mg=\frac{mv^2}{R}\]
Não há motivo para impor igualdade entre tração e peso nesse ponto.
Além disso, manter velocidade constante em toda a volta vertical exige uma ação tangencial adicional para compensar a componente do peso. O item não deve ser usado como uma questão válida de alternativa única.
