Nos últimos 50 anos, o automobilismo foi dos monocoques de alumínio com tanques de gasolina semi-expostos, pilotados por homens com macacões de brim, para monocoques ultrasseguros de fibra de carbono, com célula de sobrevivência, tanques de combustível inacessíveis, circuitos assépticos, macacões antichamas, halo, etc. Mas uma coisa não mudou nesse tempo todo: apesar de toda a inovação tecnológica, alguns circuitos ainda usam uma pilha de pneus amontoados entre a área de escape e os muros de proteção da pista. Pode parecer um resquício dos velhos tempos, mas a razão pela qual os pneus ainda estão lá, mesmo com as novidades nas tecnologias de segurança: sua relação custo/benefício ainda é muito alta. Disponíveis em: https://flatout.com.br; www.autoracing.com.br. Acesso: 23/07/2024.
Para simular uma colisão de Fórmula 1 com uma barreira de pneus, um experimento é realizado com um bloco de massa 5 kg, movendo-se horizontalmente a 2 m/s, que colide com uma mola de constante elástica de 80 N/m.
Considerando que não há atrito entre o bloco e a superfície de contato, determine a máxima deformação da mola.
Sem atrito, a energia cinética inicial do bloco transforma-se integralmente em energia potencial elástica no instante de compressão máxima, quando o bloco para momentaneamente.
A mola não dissipa a energia no modelo; ela a armazena durante a compressão.
Alternativa correta: D
