Um estudante de física, tentando demonstrar que no equilíbrio a soma das forças externas que atuam sobre um corpo é nula, construiu uma armação e pendurou uma caixa de 20 kg em três cabos, conforme esquema abaixo. A tração, sobre o cabo 2, encontrada pelo estudante, foi aproximadamente de
O cabo 1 sustenta a caixa, logo $T_1=mg=20\cdot10=200$ N. No nó, o cabo 3 faz 30° com a horizontal. Pelo equilíbrio vertical, $T_3\sin30°=200$, então $T_3=400$ N. No eixo horizontal, $T_2=T_3\cos30°\approx400\cdot0{,}85=340$ N.
Observe o circuito a seguir. O circuito encontra-se aberto e o voltímetro V e o amperímetro A são ideais. Esse fato garante que
Como o circuito está aberto, a corrente é nula e o amperímetro indica 0 A. Sem corrente, não há queda de tensão na resistência interna de 2,0 Ω; assim, a tensão nos terminais da fonte é igual à sua força eletromotriz, 12,0 V, medida pelo voltímetro ideal.
A lei de Ampère forneceu uma grande contribuição para o eletromagnetismo, em termos teóricos e experimentais. Essa lei concluiu que
A lei de Ampère relaciona a circulação do campo magnético à corrente elétrica envolvida. Portanto, um fio retilíneo percorrido por corrente produz campo magnético ao seu redor.
Em 1947 César Lattes, físico brasileiro, utilizando um equipamento conhecido como câmara de Wilson, conseguiu comprovar a existência de uma partícula mediadora da força nuclear. Essa partícula, idealizada por Hideki Yukawa, é responsável pela ligação entre prótons com prótons, nêutrons com nêutrons e prótons com nêutrons. A essa partícula, Hideki Yukawa denominou de
Yukawa propôs uma partícula intermediária responsável pela interação nuclear forte entre núcleons. Essa partícula ficou conhecida como méson pi, ou píon.