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UFLA 2000.1

Universidade Federal de Lavras · Vestibular 2000.1 · Física (Q12–Q22)

11 questões objetivas · transcrição fiel ao documento original · resoluções comentadas Método TEF · figuras originais em WebP.

Q12
Eletricidade — Eletrostática — Força elétrica e peso

Questão 12 — Carga elétrica para equilibrar peso de moeda

Estima-se que o campo elétrico produzido pela terra, nas vizinhanças de sua superfície, seja de $150\ \text{N/C}$, vertical, apontando para baixo. Que carga deveria ter uma moeda de massa $1{,}5\ \text{g}$ para que a força elétrica sobre ela equilibrasse a força gravitacional? (Use $g=10\ \text{m/s}^2$)

a)$+150\ \text{C}$
b)$-150\ \text{C}$
c)$-10^{-4}\ \text{C}$
d)$+10^{-4}\ \text{C}$
e)$-10\ \text{C}$

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: C
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: a força elétrica deve ter o mesmo módulo e sentido oposto ao peso. Como o campo elétrico aponta para baixo, a carga precisa ser negativa para sofrer força elétrica para cima.

Passo 1 — Converter a massa para quilogramas.

$m=1{,}5\ \text{g}=1{,}5\cdot10^{-3}\ \text{kg}$

Passo 2 — Escrever o equilíbrio de forças.

$\left|F_e\right|=P$

$|q|E=mg$

Passo 3 — Substituir os dados.

$|q|=\dfrac{mg}{E}$

$|q|=\dfrac{1{,}5\cdot10^{-3}\cdot10}{150}$

$|q|=1{,}0\cdot10^{-4}\ \text{C}$

Passo 4 — Determinar o sinal. Para $\vec E$ orientado para baixo, $q<0$ produz $\vec F_e$ para cima.

$q=-10^{-4}\ \text{C}$

Conclusão: alternativa C.

Q13
Mecânica — Estática — Equilíbrio de torques

Questão 13 — Prancha com dois cavaletes e perda de contato

Um bloco de peso $P$ encontra-se sobre uma prancha maciça homogênea de peso $4P$, montada sobre os cavaletes 1 e 2, conforme a figura. O bloco encontra-se a uma distância $X$ à direita do cavalete 2. A prancha, cujo ponto médio é $C$, perderá o contato com o cavalete 1 quando $X$ for maior que:

UFLA 2000.1 — figura original da questão 13: Prancha com dois cavaletes e perda de contato
a)$L$
b)$2L$
c)$L/4$
d)$8L$
e)$L/8$

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: E
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: a prancha começa a tombar quando a força normal do cavalete 1 se anula. Nesse limite, o cavalete 2 torna-se o apoio de rotação, e os torques de sentidos opostos se equilibram.

Passo 1 — Identificar os braços de alavanca. A figura indica que o centro de gravidade $C$ está a $L/32$ à esquerda do cavalete 2. O bloco de peso $P$ está à direita a uma distância $X$ desse apoio.

Passo 2 — Aplicar o equilíbrio dos momentos em torno do cavalete 2.

$\tau_{\text{prancha}}=\tau_{\text{bloco}}$

$4P\cdot\dfrac{L}{32}=P\cdot X_{\text{crítico}}$

Passo 3 — Determinar a posição crítica.

$X_{\text{crítico}}=\dfrac{4L}{32}$

$X_{\text{crítico}}=\dfrac{L}{8}$

Passo 4 — Interpretar a perda de contato. Para $X>L/8$, o torque do bloco supera o torque restaurador do peso da prancha, e o cavalete 1 deixa de exercer reação normal.

Conclusão: alternativa E.

Q14
Termologia — Calorimetria — Conversão de energia

Questão 14 — Aquecimento de um corpo após uma queda

Um corpo cai de uma altura de $10\ \text{m}$ e fica em repouso ao atingir o solo. A temperatura do corpo imediatamente antes do impacto é $30\ ^\circ\text{C}$ e seu calor específico é $100\ \text{J/(kg}\cdot{}^\circ\text{C)}$. Supondo que toda a energia mecânica do corpo foi transformada em calor e que não houve mudança de estado, qual é a temperatura final do corpo? (Use $g=10\ \text{m/s}^2$)

a)$29\ ^\circ\text{C}$
b)$31\ ^\circ\text{C}$
c)$311\ ^\circ\text{C}$
d)$30\ ^\circ\text{C}$
e)$40\ ^\circ\text{C}$

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: B
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: pela hipótese proposta, a energia gravitacional perdida na queda é convertida integralmente em energia térmica recebida pelo próprio corpo. Trata-se de um modelo idealizado.

Passo 1 — Calcular a energia gravitacional disponível.

$E_g=mgh$

Passo 2 — Relacioná-la ao aquecimento.

$Q=mc\Delta T$

$mgh=mc\Delta T$

Passo 3 — Simplificar e calcular a elevação de temperatura.

$\Delta T=\dfrac{gh}{c}$

$\Delta T=\dfrac{10\cdot10}{100}=1\ ^\circ\text{C}$

Passo 4 — Obter a temperatura final.

$T_f=30+1=31\ ^\circ\text{C}$

Conclusão: alternativa B.

Nota física: em uma colisão real, parte da energia também aquece o solo, produz som e causa deformações. A resposta pressupõe a conversão integral adotada pelo enunciado.

Q15
Eletricidade — Eletrodinâmica — Regime estacionário em circuitos

Questão 15 — Lâmpadas acesas em circuitos com capacitores

Em quais dos circuitos abaixo é possível garantir que, transcorrido um intervalo de tempo muito longo após fechar a chave S, todas as lâmpadas estarão acesas? Suponha que a bateria satisfaça as condições necessárias para que as lâmpadas fiquem acesas e não se queimem.

Considere os circuitos I a VI representados na figura original.

UFLA 2000.1 — figura original da questão 15: Lâmpadas acesas em circuitos com capacitores
a)I, II, III
b)I, V, VI
c)II, IV, VI
d)III, IV, VI
e)IV, V, VI

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: D
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: após um tempo suficientemente longo com fontes contínuas, um capacitor ideal deixa de conduzir corrente elétrica; uma lâmpada só permanece acesa se existir um percurso fechado, com tensão não nula aplicada, sem capacitor em série interrompendo a corrente.

Passo 1 — Analisar o circuito I. O capacitor está em série com o conjunto das lâmpadas. Depois de carregado, interrompe a corrente no circuito: não satisfaz a condição.

$I_{\text{capacitor}}\longrightarrow0\quad(t\longrightarrow\infty)$

Passo 2 — Analisar o circuito II. Um dos ramos com lâmpada contém um capacitor em série; essa lâmpada se apaga no regime permanente. Portanto, não serve.

Passo 3 — Analisar o circuito III. O capacitor está em ramo paralelo aos caminhos das lâmpadas. Ao atingir o regime estacionário, o capacitor não impede a alimentação das duas lâmpadas: circuito válido.

Passo 4 — Analisar o circuito IV. Após fechar a chave, a topologia apresenta caminhos condutores com fontes e as duas lâmpadas, sem capacitor em série bloqueando qualquer uma delas: circuito válido no modelo idealizado do problema.

Passo 5 — Analisar o circuito V. A única malha de corrente inclui um capacitor em série com as lâmpadas: em regime permanente, ambas deixam de conduzir. Circuito inválido.

Passo 6 — Analisar o circuito VI. Os dois caminhos contendo lâmpadas permanecem alimentados por conexões condutoras, sem bloqueio em série por capacitor. Circuito válido.

Conclusão: os circuitos que atendem ao pedido são III, IV e VI — alternativa D.

Critério: a análise supõe fontes e dispositivos ideais, conforme o enunciado, e interpreta a figura original como o circuito a ser analisado.

Q16
Termologia — Termodinâmica — Transformação isotérmica

Questão 16 — Gráfico T × V de uma transformação isotérmica

Um gás ideal sofre um processo isotérmico saindo do estado A e chegando ao estado B. Como fica a representação do processo num diagrama $T\times V$?

a)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa a da questão 16
b)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa b da questão 16
c)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa c da questão 16
d)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa d da questão 16
e)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa e da questão 16

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: A
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: transformação isotérmica ocorre à temperatura constante, ainda que o volume do gás se altere.

Passo 1 — Expressar a condição física.

$T_A=T_B=\text{constante}$

Passo 2 — Interpretar os eixos. Com a temperatura no eixo vertical e o volume no eixo horizontal, todos os estados do processo devem ter a mesma coordenada vertical.

Passo 3 — Identificar a representação. O gráfico de $T$ em função de $V$ é um segmento horizontal, que corresponde à alternativa a.

Conclusão: alternativa A.

Distinção: em um diagrama $p\times V$, a isoterma de um gás ideal é uma hipérbole; em $T\times V$, é uma reta horizontal.

Q17
Termologia — Calorimetria — Equilíbrio térmico

Questão 17 — Temperaturas de dois corpos em contato térmico

Dois corpos, inicialmente a temperaturas diferentes, são colocados em contato térmico. Qual o gráfico que melhor representa a variação de suas temperaturas em função do tempo?

a)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa a da questão 17
b)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa b da questão 17
c)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa c da questão 17
d)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa d da questão 17
e)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa e da questão 17

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: B
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: em contato térmico, sem outra interação que mantenha a diferença de temperatura, o corpo mais quente transfere calor ao mais frio até ambos atingirem uma temperatura comum.

Passo 1 — Reconhecer os sentidos das mudanças. Se inicialmente $T_B>T_A$, então o corpo B esfria, enquanto A aquece.

$T_B\downarrow\qquad T_A\uparrow$

Passo 2 — Aplicar a condição de equilíbrio térmico.

$T_A=T_B=T_{\text{eq}}$

Passo 3 — Interpretar as figuras originais. Na alternativa b, diferentemente da convenção mais comum, o eixo do tempo está desenhado verticalmente, para baixo, e o de temperatura, horizontalmente. Com essa leitura, as duas curvas partem de temperaturas distintas e aproximam-se de um mesmo valor.

Conclusão: alternativa B, interpretando-se corretamente a orientação dos eixos do gráfico.

Auditoria do gráfico: a figura b apresenta a aproximação ao equilíbrio de modo esquemático. A evolução real é, em muitos modelos, assintótica, e não precisa ocorrer em um instante finito.

Q18
Ondulatória — Fenômenos ondulatórios — Difração

Questão 18 — Difração de ondas por abertura estreita

Um movimento ondulatório propaga-se para a direita e encontra o obstáculo AB, onde ocorre o fenômeno representado na figura, que é o de

UFLA 2000.1 — figura original da questão 18: Difração de ondas por abertura estreita
a)difusão.
b)refração.
c)polarização.
d)interferência.
e)difração.

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: E
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: frentes de onda aproximadamente planas atingem uma abertura no obstáculo e, depois dela, espalham-se em frentes curvas.

Passo 1 — Observar as frentes incidentes. Antes de AB, as frentes são retas e se propagam em direção à abertura.

Passo 2 — Examinar a região depois da abertura. O desenho apresenta frentes semicirculares, isto é, a onda se espalha lateralmente além da direção inicial.

Passo 3 — Classificar o fenômeno. O contorno de obstáculos e o espalhamento de ondas ao atravessar aberturas caracterizam a difração.

Conclusão: alternativa E.

Q19
Mecânica — Estática dos fluidos — Empuxo e polias

Questão 19 — Força em talha com bloco submerso

Um bloco de massa $200\ \text{kg}$ e $0{,}04\ \text{m}^3$ de volume, está imerso em água e suspenso por um conjunto de cordas e polias de massas desprezíveis, como indica a figura. Considere a massa específica da água $\mu_a=1000\ \text{kg/m}^3$ e a aceleração da gravidade $g=10\ \text{m/s}^2$. Qual o módulo da força que mantém o sistema em equilíbrio?

UFLA 2000.1 — figura original da questão 19: Força em talha com bloco submerso
a)$100\ \text{N}$
b)$200\ \text{N}$
c)$300\ \text{N}$
d)$400\ \text{N}$
e)$500\ \text{N}$

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: B
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: determinar o peso aparente do bloco imerso e relacioná-lo à vantagem mecânica do conjunto. A polia fixa apenas redireciona a força; as três polias móveis produzem a redução ideal de força.

Passo 1 — Calcular o peso do bloco.

$P=mg$

$P=200\cdot10=2000\ \text{N}$

Passo 2 — Calcular o empuxo de Arquimedes. O bloco está totalmente imerso:

$E=\mu_agV$

$E=1000\cdot10\cdot0{,}04$

$E=400\ \text{N}$

Passo 3 — Obter a tração exigida no suporte inferior.

$P_{\text{aparente}}=P-E$

$P_{\text{aparente}}=2000-400=1600\ \text{N}$

Passo 4 — Analisar as polias móveis. Em cada estágio, a polia móvel é sustentada por dois ramos de mesma tração, duplicando a força sustentada. Como há três estágios móveis:

$P_{\text{aparente}}=2^3F$

$1600=8F$

Passo 5 — Calcular a força aplicada.

$F=\dfrac{1600}{8}=200\ \text{N}$

Conclusão: alternativa B.

Hipótese: polias e cordas ideais, como indicado na prova; desconsidera-se o atrito e a massa dos componentes.

Q20
Ondulatória — Óptica física — Interferência luminosa

Questão 20 — Experiência de Young e natureza ondulatória da luz

A experiência de Young, relativa aos fenômenos de interferência luminosa, veio mostrar que

a)a interferência pode ser explicada independentemente da estrutura íntima da luz.
b)a interferência só pode ser explicada com base na teoria corpuscular da luz.
c)a interferência só é explicada satisfatoriamente através da teoria ondulatória da luz.
d)tanto a teoria corpuscular quanto a ondulatória explicam satisfatoriamente esse fenômeno.
e)nem a teoria corpuscular nem a ondulatória conseguem explicar esse fenômeno.

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: C
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: a experiência da dupla fenda evidencia franjas de interferência claras e escuras, resultado da superposição de amplitudes ondulatórias.

Passo 1 — Compreender o papel das duas fendas. As aberturas produzem dois feixes coerentes. Em determinadas direções, as ondas chegam em fase; em outras, chegam em oposição de fase.

Passo 2 — Relacionar a diferença de caminhos à interferência.

$\Delta=m\lambda\quad\text{(máximos)}$

$\Delta=\left(m+\dfrac{1}{2}\right)\lambda\quad\text{(mínimos)}$

Passo 3 — Reconhecer a interpretação histórica. O modelo ondulatório explica naturalmente o padrão alternado de intensidades; a teoria corpuscular clássica não o explica satisfatoriamente.

Conclusão: no contexto histórico e conceitual da questão, alternativa C.

Nota histórica: a física quântica contemporânea também descreve interferência de fótons; isso não altera o contraste da questão entre os modelos clássicos corpuscular e ondulatório.

Q21
Óptica — Refração — Lei de Snell-Descartes

Questão 21 — Refração do ar para meio com índice 1,73

Um raio luminoso passa do ar para um meio cujo índice de refração absoluto é $n=1{,}73$ com um ângulo de incidência de $60^\circ$. Qual dos esquemas abaixo melhor representa o raio incidente e o raio refratado?

a)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa a da questão 21
b)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa b da questão 21
c)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa c da questão 21
d)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa d da questão 21
e)
Figura original UFLA 2000.1: alternativa e da questão 21

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: A
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: ao passar do ar para um meio de índice maior, o raio refratado aproxima-se da normal. O ângulo correto é encontrado pela lei de Snell-Descartes.

Passo 1 — Identificar os índices. Para o ar, adotamos $n_1\approx1$; o meio refratado tem índice $n_2=1{,}73$.

Passo 2 — Aplicar a lei da refração.

$n_1\operatorname{sen}i=n_2\operatorname{sen}r$

$1\cdot\operatorname{sen}60^\circ=1{,}73\cdot\operatorname{sen}r$

Passo 3 — Determinar o ângulo de refração.

$\operatorname{sen}r=\dfrac{\sqrt{3}/2}{1{,}73}$

$\operatorname{sen}r\approx0{,}50$

$r\approx30^\circ$

Passo 4 — Comparar com os desenhos. A alternativa a representa $60^\circ$ de incidência e $30^\circ$ de refração, ambos medidos em relação à normal.

Conclusão: alternativa A.

Q22
Ondulatória — Movimento harmônico simples — Amplitude, período e frequência

Questão 22 — Leitura do gráfico x × t de um movimento harmônico simples

O gráfico representa a elongação de um corpo em movimento harmônico simples (MHS) em função do tempo. A amplitude, o período e a frequência para este movimento são dados, respectivamente, por:

UFLA 2000.1 — figura original da questão 22: Leitura do gráfico x × t de um movimento harmônico simples
a)$10\ \text{m},\ 4\ \text{s},\ \dfrac18\ \text{Hz}$
b)$5\ \text{m},\ 4\ \text{s},\ \dfrac14\ \text{Hz}$
c)$10\ \text{m},\ 8\ \text{s},\ \dfrac14\ \text{Hz}$
d)$5\ \text{m},\ 8\ \text{s},\ \dfrac18\ \text{Hz}$
e)$0,\ 8\ \text{s},\ \dfrac18\ \text{Hz}$

Gabarito por resolução física — Método TEF (não oficial)

Alternativa correta: D
GABARITO COMENTADO MÉTODO TEF

Ideia central: a amplitude é o maior módulo do afastamento em relação ao equilíbrio; o período é o intervalo de repetição completa do movimento; a frequência é o inverso do período.

Passo 1 — Ler a amplitude. O gráfico apresenta extremos $x=-5\ \text{m}$ e $x=+5\ \text{m}$.

$A=5\ \text{m}$

Passo 2 — Identificar o período. Em $t=0$, o corpo passa por $x=0$ indo para posições negativas. Em $t=8\ \text{s}$, retorna a $x=0$ com o mesmo sentido de movimento, completando um ciclo.

$T=8\ \text{s}$

Passo 3 — Calcular a frequência.

$f=\dfrac{1}{T}$

$f=\dfrac18\ \text{Hz}=0{,}125\ \text{Hz}$

Passo 4 — Confrontar com as alternativas. A tripla correta é amplitude de $5\ \text{m}$, período de $8\ \text{s}$ e frequência de $1/8\ \text{Hz}$.

Conclusão: alternativa D.

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