Enunciado das questões 25e 26: “Eram 20h45min do dia 5 de setembro de 1977, no Centro Espacial Kennedy, Flórida, Estados Unidos. O foguete Titan-Centauro mal começara a subir, levando a Voyager 1 para sua missão longínqua, quando os aparelhos informaram que os motores estavam queimando mais combustível do que o devido. Muito mais. A sonda espacial – enviada para investigar os planetas Júpiter e Saturno e os confins do Sistema Solar – corria o risco de escapar da gravidade terrestre e jamais acertar a rota. O medo invadiu a sala de controle. “Lembro-me bem”, rememora o físico Charles Kolhase, que planejou a longa trajetória do vôo da Voyager 1. “Não havia nada a fazer a não ser esperar e torcer. “Foi uma angústia danada”, suspira. “Depois de 45 minutos, quando restava propelente para apenas mais de 3,5 segundos de subida, a Voyager atingiu a órbita correta. Três segundos e meio!” Em 22 anos de missão, foi o único susto. Agora, enquanto Kolhase e quase toda a equipe da Nasa que participou do lançamento já estão aposentados, a Voyager 1 continua a funcionar. Sem problemas. Jamais algum engenho humano foi tão grande. A nave está a 11 bilhões de quilômetros da Terra. Ou seja, já viajou 28000 vezes a distância entre a Terra e a Lua.” (Superinteressante, fevereiro 1999, página 56) Encontre a aceleração da Voyager durante o primeiro estágio de lançamento, admitindo que a nave parta do repouso e atinja 1000 metros de altura, em movimento vertical, depois de 10 s. Despreze todos os tipos de atrito.
Admitindo aceleração constante, Δs = at²/2. Assim, a = 2.000/100 = 20 m/s².
Alternativa C.
