Enunciado das questões 7 e 8: Caçadores do invisível Os físicos começam a montar uma fantástica armadilha para capturar os raios cósmicos, que bombardeiam a Terra com partículas subatômicas e superpoderosas. Pegue um tijolo de 1 quilo. Aí, divida-o em bilhão de pedaços. Depois, se conseguir, pegue uma microlascas e reparta-a em 1 bilhão de grãos. Difícil? É só o começo. Transforme um desses grãos em mais de 1 bilhão de subpartículas. Agora imagine que um único desses pontinhos invisíveis tem energia igual à de uma bola de tênis voando a 300 quilômetros por hora. Para isso, ele precisa viajar a uma velocidade próxima à da luz, 3,6 milhões de vezes maior que a da bola. Não é ficção. Os céus estão cheios de microviajantes assim como o nosso pontinho imaginário. São os zévatrons, a elite da família dos raios cósmicos. É isso mesmo, eles se chamam raios mas são partículas – núcleos atômicos, prótons e elétrons que vêm de todos os lados do espaço. Ao chegar à Terra, arrancam pedaços dos átomos do ar em que esbarram, criando uma chuveirada de outras partículas. Não trazem nenhuma ameaça à saúde dos terráqueos, mas representam um mistério que há muito fascina os cientistas.” ( Superinteressante, abril 1998, página 74) Os raios cósmicos são:
O texto descreve raios cósmicos como partículas materiais, incluindo núcleos, prótons e elétrons; não como ondas eletromagnéticas.
Alternativa B.
