A centrifugação é o principal método para separação do plasma do sangue. O esquema simplificado de uma centrífuga de laboratório é mostrado na Figura abaixo, onde duas ampolas de massas iguais giram com velocidade angular constante $\omega$ em torno de um ponto O, presas pelos vínculos V. Na fábrica desse equipamento, é feito um teste de funcionamento, no qual os vínculos V são submetidos a uma força radial de $300\,\mathrm N$. Se a massa das ampolas é de $12{,}0\,\mathrm g$, a velocidade angular, em rad/s, da centrífuga neste teste é, aproximadamente,

Cada ampola gira a $10{,}0\,\mathrm{cm}=0{,}100\,\mathrm{m}$ do centro O. A massa de cada uma é $12{,}0\,\mathrm{g}=0{,}0120\,\mathrm{kg}$. A força radial exercida pelo vínculo fornece a aceleração centrípeta de sua respectiva ampola.
Usamos $$F_c=m\omega^2R\quad\Rightarrow\quad\omega=\sqrt{\frac{F_c}{mR}}.$$
Substituindo, $$\omega=\sqrt{\frac{300}{0{,}0120\cdot0{,}100}}=\sqrt{250\,000}=500\,\mathrm{rad/s}.$$ O raio é a distância de O até uma ampola, e não os 20 cm que separam as duas. Também não se somam as duas massas para calcular a força de um único vínculo.
Alternativa C.



