Com relação à rampa de apoio, os corpos $C_1$ e $C_2$ estão em repouso e na iminência de movimento. Ao abandonar-se o conjunto, o corpo $C_1$ sobe a rampa, com a qual existe atrito cinético de coeficiente $\mu=0{,}2$. Considerando-se os dados da tabela abaixo e fios e polias ideais, o ganho de energia cinética do corpo $C_2$, durante o deslocamento do corpo $C_1$, do ponto A ao ponto B, é de:

a) $20\text{ J}$
b) $2{,}0\text{ J}$
c) $1{,}6\text{ J}$
d) $0{,}80\text{ J}$
e) $0{,}60\text{ J}$
Enunciado transcrito do caderno original · Grupos II e III · 13/12/2010.
O deslocamento de $C_1$ de A até B corresponde a uma subida vertical de $0{,}80\text{ m}$. Como $\sin\theta=0{,}80$, o deslocamento ao longo da rampa é $s=1{,}0\text{ m}$.
O atrito cinético vale $f=\mu m_1g\cos\theta=0{,}2\cdot2{,}0\cdot10\cdot0{,}60=2{,}4\text{ N}$.
Para o sistema, a força que favorece o movimento é o peso de $C_2$, e as forças contrárias são a componente do peso de $C_1$ ao longo da rampa e o atrito:
$20-20\cdot0{,}80-2{,}4=4a\Rightarrow a=0{,}40\text{ m/s}^2$.
Partindo do repouso, $v^2=2as=2\cdot0{,}40\cdot1{,}0=0{,}80$. Assim, para $C_2$:
$E_c=\dfrac{m_2v^2}{2}=\dfrac{2{,}0\cdot0{,}80}{2}=0{,}80\text{ J}$.
Alternativa D.







