Ao sofrer uma expansão isobárica, uma amostra de gás ideal realiza trabalho sobre um projétil de $0{,}05\text{ kg}$ que, partindo do repouso, é lançado verticalmente para cima atingindo uma altura máxima de $40\text{ m}$. Considerando que o volume da amostra era de $0{,}0003\text{ m}^3$ no início da expansão e de $0{,}0008\text{ m}^3$ no fim, dada a aceleração da gravidade de $10\text{ m/s}^2$ e desprezando perdas de energia, a pressão do gás durante a expansão, em $\text{Pa}$, era igual a
ResoluçãoAuditoria do enunciado. Com os valores impressos na prova, o trabalho do gás deve fornecer a energia potencial gravitacional máxima do projétil:
$$W=mgh=0{,}05\cdot10\cdot40=20\text{ J}$$
Em uma expansão isobárica, $W=P\Delta V$, com
$$\Delta V=0{,}0008-0{,}0003=5\times10^{-4}\text{ m}^3$$
Portanto,
$$P=\frac{20}{5\times10^{-4}}=4\times10^4\text{ Pa}$$
Esse valor não aparece nas alternativas. O gabarito oficial da versão correspondente marca a alternativa D, $4000\text{ Pa}$. Assim, há uma incompatibilidade numérica no material original; para resultar em $4000\text{ Pa}$, por exemplo, a altura teria de ser $4{,}0\text{ m}$, e não $40\text{ m}$.