Fusíveis são dispositivos de segurança que protegem os circuitos elétricos contra os danos que podem ser causados por uma sobrecarga de corrente elétrica, ou seja, se fundem quando percorridos por uma corrente elétrica igual ou maior do que aquela que são capazes de suportar.
O quadro a seguir apresenta um conjunto de fusíveis que podem ser utilizados em circuito elétrico de automóveis e os valores de corrente elétrica por eles suportados.
| Corrente elétrica (A) | Fusível |
|---|---|
| 120 | Rosa |
| 25 | Transparente |
| 20 | Amarelo |
| 15 | Azul |
| 10 | Vermelho |
Um circuito elétrico de um carro com tensão elétrica de 14,4 V foi implementado para fomentar um som constituído de quatro alto-falantes de 6 polegadas. A resistência elétrica de cada alto-falante é 4 Ω, 4 Ω, 3 Ω e 2 Ω. Ao ligar os alto-falantes em paralelo no circuito elétrico alimentado por 14,4 V, o menor valor de fusível adequado para proteção desse circuito é
Em paralelo, a corrente total é a soma das correntes em cada alto-falante:
$I=\dfrac{14{,}4}{4}+\dfrac{14{,}4}{4}+\dfrac{14{,}4}{3}+\dfrac{14{,}4}{2}=3{,}6+3{,}6+4{,}8+7{,}2=19{,}2\text{ A}$.
O fusível deve suportar uma corrente ligeiramente superior à corrente normal do circuito. O menor disponível acima de 19,2 A é o de 20 A, amarelo.
Logo, alternativa D.
Um chuveiro elétrico para ser instalado requer fiação (mm²) e disjuntor (A) com intensidade determinada pelo fabricante, e a tensão elétrica (V) exerce influência na potência elétrica (W). Assim, o quadro apresenta características de dois modelos de chuveiros elétricos, 1 e 2.
| Chuveiro | Tensão (V) | Potência (W) | Fiação (mm²) | Disjuntor (A) |
|---|---|---|---|---|
| 1 | 127 | 2500 | 4 | 25 |
| 2 | 220 | 6000 | 4 | 30 |
Considerando-se os chuveiros de modelos 1 e 2, a razão aproximada entre as suas respectivas resistências elétricas $R_1$ e $R_2$ é
Para um resistor, $P=U^2/R$, logo $R=U^2/P$.
$R_1=127^2/2500\approx6{,}45\ \Omega$ e $R_2=220^2/6000\approx8{,}07\ \Omega$.
Assim, $\dfrac{R_1}{R_2}\approx\dfrac{6{,}45}{8{,}07}\approx0{,}80$.
Portanto, alternativa B.
Um motor quando ligado faz uma polia de corte girar através de uma correia, como é apresentado na imagem. Nela, o raio da polia do motor é $R$ e da polia de corte é $1{,}5R$.

Com base nas informações, julgue as proposições considerando quando o sistema (motor + polia de corte) estiver ligado.
I. A velocidade angular é a mesma tanto na polia do motor quanto na polia de corte.
II. A polia do motor gira mais em comparação com a polia de corte.
III. Se a rotação do motor for de 3750 RPM, a rotação da polia de corte será 5625 RPM.
É correto o que se afirma apenas em
Sem deslizamento, as velocidades tangenciais nas bordas são iguais:
$\omega_m R=\omega_c(1{,}5R)$.
Logo, $\omega_c=\omega_m/1{,}5=\dfrac{2}{3}\omega_m$.
I. ✗ As velocidades angulares são diferentes.
II. ✓ A polia do motor, de menor raio, gira mais rapidamente.
III. ✗ Se o motor gira a 3750 RPM, a polia de corte gira a $3750/1{,}5=2500$ RPM.
Portanto, alternativa B.
A imagem representa dois experimentos realizados para visualizar os conceitos de refração, nos quais o raio incidente RI mantém o ângulo de incidência constante. No experimento 1, a razão dos senos dos raios incidente e refratado é 1,2 e, no experimento 2, a razão é 1,7, aproximadamente, em ambos. O símbolo N é a reta normal da superfície S que separa os meios ópticos.

Com base nas informações, julgue as proposições.
I. O índice de refração do líquido 2 é menor do que do líquido 1.
II. O raio refratado no experimento 2 aproximou-se da reta normal.
III. No experimento 1, o raio refratado atingiu o valor do ângulo limite.
IV. O ângulo de refração no experimento 2 é menor do que do experimento 1.
É correto o que se afirma apenas em
Pela lei de Snell, com incidência do ar para o líquido, $n\approx\dfrac{\sen i}{\sen r}$.
Como a razão vale 1,2 no experimento 1 e 1,7 no experimento 2, temos $n_2>n_1$.
I. ✗
Para o mesmo ângulo de incidência, o meio de maior índice produz menor ângulo de refração, aproximando o raio da normal.
II. ✓ e IV. ✓
III. ✗ O ângulo limite está associado à passagem do meio mais refringente para o menos refringente e não é o caso representado.
Logo, alternativa D.
Fábio iniciou um movimento a partir do repouso com aceleração constante de $5\text{ m/s}^2$ até obter a velocidade de 144 km/h; e, em seguida, manteve a velocidade constante por 6 s; e, por fim, freou à taxa de $10\text{ m/s}^2$ até parar. A distância percorrida, em metros, em todo o movimento foi
$144\text{ km/h}=40\text{ m/s}$.
1ª etapa: $v^2=v_0^2+2a\Delta s$.
$40^2=2\cdot5\cdot\Delta s_1\Rightarrow\Delta s_1=160\text{ m}$.
2ª etapa: $\Delta s_2=vt=40\cdot6=240\text{ m}$.
3ª etapa: $0=40^2+2(-10)\Delta s_3\Rightarrow\Delta s_3=80\text{ m}$.
$\Delta s=160+240+80=480\text{ m}$.
Portanto, alternativa A.