O manual de instalação de lâmpadas de LED tubulares informa que elas foram projetadas para substituir lâmpadas fluorescentes tubulares tradicionais com economia de até 60% no consumo de energia elétrica. Essa economia de energia elétrica se dá porque as lâmpadas de LED produzem
O ponto de partida é entender como um LED faz luz. Ele é um diodo feito de material semicondutor, com uma região com excesso de elétrons e outra com falta deles (as “lacunas”). Quando passa corrente, elétrons e lacunas se encontram e se recombinam. O elétron cai de um nível de energia mais alto para um mais baixo, e a diferença de energia é emitida como um fóton. A cor da luz depende dessa diferença de energia.
Note o que não acontece: não há filamento incandescente que precise ficar muito quente (como na lâmpada comum) nem uma descarga em gás que gere ultravioleta para depois ser convertido em luz por um pó fluorescente (como na fluorescente tubular). É esse caminho direto, da energia elétrica para os fótons, que faz o LED gastar muito menos energia.
Assim, C é a única que descreve a luz produzida por transições eletrônicas em semicondutor. As demais trazem mecanismos que pertencem a outras lâmpadas: radiação ultravioleta intensa (A) e gás com vapor de mercúrio (E) lembram a fluorescente, e converter infravermelho em luz (D) contraria o princípio, pois o infravermelho tem menos energia que a luz visível. Já em B, o LED funciona em baixa tensão, e não em alta.

