O “Experimento mental do canhão” de Newton é uma brilhante ilustração da sua teoria sobre algumas órbitas possíveis. De acordo com a figura encontrada no Principia, Newton imagina um canhão sendo disparado horizontalmente do alto de uma montanha em um planeta hipotético sem atmosfera. Ele então mostra que as trajetórias elípticas de sucessivos projéteis disparados do ponto V, cada vez com velocidade maior, acabam por interceptar a superfície do planeta em pontos cada vez mais distantes do topo da montanha e finalmente um projétil entraria em uma órbita circunferencial que o levaria a não atingir mais a superfície do planeta.

Ao analisar o Experimento mental de Newton, entre as afirmações abaixo, aquela que melhor corrobora com as ideias de Newton é:
Sem uma força dirigida para o centro, o projétil tenderia a seguir a direção tangente por inércia. Na órbita, a gravidade fornece exatamente a força centrípeta que curva a trajetória.
Por isso, a alternativa correta é B.
Algumas situações do cotidiano das pessoas desafiam o senso comum e fazem com que as aulas de Física da época de escola sejam relembradas. Ou, pelo menos, exige um pouco de senso crítico e curiosidade das pessoas.

A figura acima mostra um alerta muito comum de ser encontrado em postos de gasolina. Esses estabelecimentos proíbem o uso de aparelhos celulares durante o abastecimento, alegando muitas vezes que as ondas emitidas e recebidas por esses aparelhos são radiações com muita energia e podem produzir faíscas que geram explosões. Outras versões dizem que as baterias dos celulares podem produzir faíscas, mas essas não são muito utilizadas.
Considerando a radiação emitida e recebida pelos aparelhos celulares e a proibição do uso dos celulares nos abastecimentos dos postos de gasolina,
Celulares utilizam radiofrequência, uma faixa não ionizante do espectro eletromagnético. A energia de cada fóton é muito pequena para produzir diretamente a ignição dos vapores de combustível.
O risco de ignição, quando existente, está relacionado a fontes de faísca ou falhas elétricas, não ao efeito energético direto da radiofrequência. Alternativa A.
Pular corda é uma brincadeira superdivertida, mas também um exercício excelente para fortalecer o coração, uma alternativa para aquecimento e até uma etapa no treino de fortalecimento muscular para atletas (amadores e profissionais) de diversas modalidades. Segurando a corda atrás do corpo, é necessário dar ritmo à corda com movimentos circulares do punho, deixando braços e ombros estabilizados durante o movimento. É fundamental também realizar saltos mais amplos no início e, à medida que se sentir mais confortável, fazer saltos mais curtos, rápidos e com alternância de pernas.
Em uma academia, uma das alunas inicia seus treinos como em um dia qualquer: pulando corda para aquecer e se preparar para o treino. Nesse dia, porém, ela sentiu algumas dores no calcanhar e no solado do pé que não eram de costume ela sentir. Ao olhar o seu calçado, a aluna percebeu que não havia a palmilha dentro do tênis. Ela logo entendeu que as dores eram porque
A palmilha ajuda a deformar durante o impacto, aumentando o intervalo de tempo em que a quantidade de movimento do corpo é reduzida.
Para a mesma variação de quantidade de movimento, aumentar o tempo de impacto reduz a força média e, principalmente, os picos de força transmitidos ao pé. Alternativa C.
A Física e os filmes de ficção quase sempre vão por caminhos diferentes, e isso geralmente é muito bom para o espectador. Um filme de guerras espaciais, por exemplo, se fossem 100% fisicamente corretos, não poderiam ter sons no espaço, logo seria um tanto sem graça para quem gosta de ação. E exemplos não faltam onde os filmes seriam muito sem graça se fossem seguir a Física em seus mínimos detalhes. Os filmes de super-heróis então, seriam absurdamente estranhos, uma vez que todos os poderes violam pelo menos uma lei da Física que seja.

A figura acima ilustra como seria chato usar as leis da Física para explicar os filmes, desenhos e quadrinhos. No entanto, algumas coisas seriam legais de se ver, como o uso correto de alguns poderes que, de acordo com os quadrinhos e filmes, os personagens parecem desconhecer. Dentre as situações abaixo, aquela que obedece às leis da física de maneira correta seria
O gabarito oficial aponta E, explorando o fato de que a água é diamagnética e responde, embora muito fracamente, a campos magnéticos não uniformes.
Entretanto, o chumbo citado na alternativa C também é diamagnético. Como o cenário atribui ao personagem 'poderes magnéticos' sem definir intensidade ou gradiente de campo, o mesmo princípio usado para justificar E impede descartar C de modo rigoroso.
Assim, o item não possui unicidade física suficiente para uma alternativa correta inequívoca.
Tem crescido, a cada ano, os movimentos anticiência, sendo um dos mais famosos o movimento dos antivacinas. Pessoas em vários lugares do mundo estão tentando convencer outras de que as vacinas fazem parte de uma grande conspiração para alienar ou mesmo para adoecer as pessoas, outras tentam convencer as demais de que a Terra realmente é plana e que a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) está tentando enganar a todos. Várias são as correntes ao redor do mundo que tentam colocar por terra todo o conhecimento adquirido pelo ser humano ao longo de séculos, como se tudo fosse parte de uma grande trama mundial.
Uma das frases mais célebres da Ciência é atribuída ao físico Isaac Newton, considerado como o pai da Física pelos cientistas. Quando ele diz que “se vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes”, Newton reforça a ideia que a Ciência
A frase destaca que resultados científicos se apoiam em conhecimentos, observações e modelos desenvolvidos anteriormente por muitas pessoas.
Logo, a ideia expressa é a construção coletiva e histórica da ciência. Alternativa C.
Embora conceituar energia seja algo difícil de fazer, uma definição clara dessa grandeza não é tão difícil de se obter pensando em sua finalidade: ser responsável pela produção de trabalho, ou seja, realizar coisas. Ao estudar os diferentes tipos de energia, aquelas conhecidas como potenciais quase sempre estão entre as mais complicadas de entendimento. No entanto, essa dificuldade se dá mais pelo nome em si e pela forma como foi dada a explicação, uma vez que basta substituir a palavra potencial por possibilidade ou maior tendência que tudo fica mais claro. Um exemplo comum disso surge ao se trabalhar com a energia potencial gravitacional, uma das formas como a energia mecânica pode aparecer na natureza.
Muitos materiais de apoio ao estudante explicam que essa energia potencial gravitacional é a “energia armazenada em um corpo por causa da sua posição em relação a um nível de referência”. Outra forma de explicar isso é a
Perto da superfície terrestre, a energia potencial gravitacional pode ser escrita como $E_{pg}=mgh$. Ela representa a energia associada à posição do corpo no campo gravitacional em relação ao nível de referência.
Em uma configuração com maior altura, existe a possibilidade de essa energia ser convertida em outras formas durante a queda. Alternativa A.
O Brasil é um dos 10 maiores consumidores de energia elétrica do mundo. E junto a esta situação surgem também algumas dúvidas nos consumidores a respeito dos gastos de cada eletrodoméstico. Sendo assim, é importante estar por dentro do funcionamento dos eletrônicos, pois esta é uma maneira de economizar o consumo e, consequentemente, o dinheiro.

Muitas histórias circulam pela Internet e são comentadas pelas pessoas há décadas sobre os efeitos da eletricidade em equipamentos e, até mesmo, em pessoas. No entanto, algumas dessas histórias, apesar de inofensivas, acabam fazendo as pessoas perderem tempo e dinheiro com falsas hipóteses.
Entre as alternativas a seguir, aquela que traz corretamente os conceitos físicos sobre eletricidade é
O consumo de energia elétrica é determinado por $E=P\Delta t$. Portanto, depende da potência do aparelho e do tempo durante o qual ele permanece ligado.
A tensão nominal, sozinha, não determina quanto de energia será consumido. Alternativa D.