Um episódio impressionante passou despercebido durante o treino oficial do GP da Austrália de Fórmula 1. Durante a volta rápida que lhe rendeu a pole position, Lewis Hamilton foi submetido a uma força g de surreais 6,5 g na curva 11 do circuito de rua de Melbourne. O gráfico comparativo da transmissão indicou um aumento de 1,2 g em relação ao pico registrado na mesma prova da temporada anterior, conforme indicado no canto inferior esquerdo da figura.

Disponível em: https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/o-aumento-na-forca-g-nos-carros-de-f-1-pode-afetar-a- saude-dos-pilotos/. Acesso em: 20 fev. 2020.
Considerando-se o trecho da pista plano e horizontal e um observador em repouso no solo e na lateral da pista, é correto afirmar que a força de 6,5 g possui
Para o observador no solo, o piloto muda a direção de sua velocidade ao acompanhar a curva. A aceleração e a resultante horizontal apontam para o centro da curva.
$$a_c=\frac{v^2}{R}$$
$$F_c=ma_c$$
Essa força é exercida sobre o piloto por partes do carro, como banco, apoios laterais e cinto. Ela não é a força gravitacional, que aponta aproximadamente para baixo.
Precisão de linguagem. A indicação 6,5 g representa aceleração lateral equivalente a 6,5 vezes a aceleração da gravidade; para obter a força, é necessário multiplicar pela massa do piloto.
Alternativa correta: D.







