A aplicação de tecnologias baseadas em ondas eletromagnéticas tem permitido avanços surpreendentes na exploração da Terra e de estruturas subterrâneas. Uma dessas tecnologias é o Radar de Abertura Sintética (SAR), um sistema que utiliza ondas eletromagnéticas para gerar imagens de alta resolução da superfície e, em alguns casos, de estruturas abaixo dela. O funcionamento do SAR envolve o envio de pulsos de ondas que se propagam, interagem com diferentes superfícies e retornam ao sensor. Com base no tempo de retorno e na intensidade do sinal refletido, é possível gerar imagens com precisão. Uma das aplicações recentes dessa tecnologia ocorreu no Egito, com o projeto Quéfren, que identificou possíveis estruturas subterrâneas no entorno das pirâmides de Gizé.

Disponível em: https://www.tempo.com/noticias/ciencia/nem-alienigenas-nem-forcas-sobrenaturais-o-enigma-das-piramides-egipcias-resolvido.html Acessado em: 13/04/2025.
Com base nos conhecimentos de ondulatória e nas informações fornecidas, o princípio físico envolvido no funcionamento do radar SAR consiste em
O enunciado diz que o SAR usa ondas eletromagnéticas e que obtém a imagem pelo tempo de retorno e pela intensidade do sinal refletido, ou seja, pelo eco dos pulsos. O fenômeno é, portanto, a reflexão.
Radares usam ondas de rádio, que são eletromagnéticas e penetram nuvens e parte do solo seco. Ondas sonoras não são eletromagnéticas, e a luz visível, a infravermelha e a ultravioleta não penetram o solo para mapear estruturas subterrâneas.

